
“Investimento Directo Estrangeiro, Recursos Minerais e Opções para Moçambique: reflexões ” (
pdf) é o título da apresentação feita no passado dia 18 de Maio, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, pelo Director do IESE,
Carlos Nuno Castel-Branco, na presença do Primeiro Ministro, Aires Ali, de membros e quadros do Governo, empresários, representantes da sociedade civil e académicos. A apresentação começou por diferenciar os ganhos privados das empresas dos ganhos para a economia nacional, e os mecanismos pelos quais o Estado pode absorver a riqueza que é gerada pelas companhias do sector mineral-energético. Enfatizou que dos vários mecanismos, que devem ser metodologicamente concebidos e implementados dentro de uma análise do enquadramento macroeconómico dos megaprojetos na economia, o que se apresenta menos difícil de implementar e mais imediato é a apropriação das rendas geradas. A apresentação mostrou, ainda, dados que indicam que nos últimos anos grande parte da riqueza gerada pelos megaprojectos não fica na economia nacional e que já é possível reverter esta situação se o regime fiscal for revisto para reduzir ou eliminar os benefícios fiscais redundantes concedidos. (
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